24/09/2015

[RESENHA] #ESTAÇÃO JUGULAR


Hello bibous, tudo okay? Hoje aqui no blog uma resenha de um livro nacional em parceria com o autor Allan Pitz, pelo livro Estação jugular, um livro bem diferente do que estou acostumada, vamos começar? \o/

Ficha técnica
Título: Estação jugular
Autor (a): Allan Pitz
Editora: Dracaena
Gênero: Espiritualidade/ distopia
Ano: 2012
Páginas: 127
Avaliação: 

Sinopse: E se você acordasse pela manhã em um lugar absurdamente estranho, isolado de tudo, fugindo sabe lá de onde e de quem, e a certeza maior no momento é que deve seguir em frente para não ser torrado vivo? Então você entra no único ônibus de uma linha desconhecida, abandonado na velha Estação Jugular, e na estrada sinistra pincelada por descobertas, medos e anseios humanos se desenrola a maior aventura de todas. Assim ocorre ao romance filosófico Estação Jugular, de Allan Pitz, no qual um viajante perdido e desmemoriado entra em um ônibus vazio fugindo do sol inclemente que abandonou o céu e, como um foco teatral em movimento, tenta queimá-lo. A partir daí, Franz, o passageiro, segue confuso ao lado do Motorista para encarar a psicodélica jornada final de sua existência.
             A trama começa com um homem que está fugindo, mais não sabe exatamente do que. Ele pega um ônibus,e fica sozinho com o motorista,  logo pergunta ao mesmo qual é o destino final. O motorista é vago em sua resposta o que deixa Franz chateado e brigando com o motorista por nada de mais aparentemente.
            Franz está se sentindo desesperado e pede que o motorista saia logo da rodoviária e o caminho percorrido é sempre em linha reta e com paisagens incomuns e longas, que geram grande desconforto na mente do rapaz que começa a se sentir angustiado pelo fato de não conseguir entender em que aquilo tudo vai levar.
“Uma estrada infinita para a loucura e as cores vivas de Van Gogh, escolhido desde o início por esconder na loucura toda a beleza de suas obras, de seus sentimentos, seus sentidos, sua genialidade.”   
            Aos poucos Franz e o motorista vão travando diálogos e Pedro, o motorista lhe dá um remédio para que ele consiga descansar um pouco. O cenário vai se modificando e em vários aspectos temos como tema central a divindade e a morte. Franz é um homem que trabalha com computadores e vê tudo de forma mecânica, mas ele aprende que nem tudo que parece é o que realmente é. 
            Seus sentimentos vão sendo modificados e a raiva que ele sente do motorista, logo dá lugar a uma amizade e eles passam por diversas situações em que Franz chega a questionar se Pedro é um alienígena, quando na verdade ele já não está neste mundo e aos poucos vai percebendo que tudo é uma viagem destinada ao paraíso.
            Os capítulos são pequenos e fáceis de entender, o autor possui uma escrita fluida e sempre cheia de questionamentos. O livro é narrado por Franz, as páginas são amareladas, a capa é condizente com o enredo do livro. Um ponto que me agradou bastante foram frases de diversos autores no decorrer do livro, com Van Gogh, Albert Einstein, Edgar Alan Poe, Benjamin Franklin, entre outros. A diagramação é simples e o que me impressionou mais foi como Deus foi retratado nesta narrativa.
               Bom bibous, essa foi a resenha espero que tenham curtido, fiquem de olho nas redes sociais e deixem nos comentários se já leram ou querem ler esse livro intenso.
Kissus
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